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Denzel Washington em mais uma brilhante atuação.
O filme se passa num contexto pós-guerra, possivelmente a uma guerra nuclear causada supostamente por intolerância religiosa, onde a civilização humana vive num Estado de Natureza Hobbesiano onde “o homem é o lobo do homem” e não hesita em aniquilar o outro para satisfazer seus interesses.

Um roteiro que nos leva a uma reflexão sobre o “sagrado” como uma forma de dominação de massa, ao exprimir algo que, colocado à parte do mundo, concentra em si mesmo a capacidade criadora e costuma se associar estreitamente ao poder político, uma vez que desde o instante da sua afirmação o homem parece necessitar de respostas, ou de algo para ter como “verdade”.
Indico esse filme mais deixo claro que não é um filme “pipoca”, é indicado para quem espera conteúdo, nos faz pensar sobre alguns conceitos que temos como “verdadeiros”.
Éder Leite |
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A programação está aqui, difícil mesmo é tomar a decisão de que filme assistir.
O povo não deve temer seu governo. Mas o governo deve temer seu povo.
("V" de Vingança)
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Filmes prestes a estrear na telona e os filmes mais recentes nas videolocadoras. Boa diversão!
Não é quem eu sou por dentro, e sim o que eu faço que me define.
(Batman Begins)
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